Ao deixar o PSB e adiar a definição do seu destino partidário, o governador João Azevêdo abriu margem para especulações de tudo e todos.
Já teve partido que o convidou e desconvidou. Foi o caso do Podemos, que recuou após o gestor ser citado em uma delação na Calvário.
O PDT da vice-governadora Lígia Feliciano tratou com absoluta frieza um eventual ingresso de Azevêdo na legenda.
“Não tem convite ainda por parte da direção nacional, não tivemos tempo”, disse o presidente Carlos Lupi à Arapuan FM.
O assédio de partidos – comum em situações como a de João, por se tratar de um governador sem legenda – deu lugar a indiferença. É de se estranhar.